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quarta-feira, 27 de junho de 2012

LASANHA DE BERINJELAS E FILÉS DE TILÁPIA (com creme de queijos)














INGREDIENTES:
02 berinjelas medias para grandes

500 gramas de file de tilápia
400 gramas de cottage
200 gramas de creme de ricota
250 gramas de gorgonzola
400 gramas de mussarela em fatias
Alho, estragão, Limão com ervas finas
manteiga de ervas, pasta de malagueta, açafrão
Sal a gosto


PREPARO PRÉVIO:
Descasque e corte as berinjelas em fatias finas, longitudinais. Faça um molho leve com alho, estragão, limão com ervas finas e sal. Acomode as fatias de berinjela e deixe marinar da noite pro dia.

Recorte os filés de tilápia em fatias finas. Faça um molho leve com alho, manteiga de ervas, pasta de malagueta e açafrão. Acomode as fatias de tilápia e deixe marinar da noite pro dia na geladeira.

Lave suavemente as fatias de berinjela e retire os filés de tilápia do molho.



Faça um molho em fogo brando com o creme de ricota, o cottage e o gorgonzola.





MODO DE PREPARO:
Espalhe um fio de azeite no fundo da travessa. Faça camadas sobrepostas dos ingredientes, na seguinte ordem: Uma camada de fatias de berinjela, uma camada do creme de queijo, uma camada de fatias de tilápia e uma camada de fatias de mussarela. 











Repita o processo para que a forma tenha duas camadas sobrepostas de cada ingrediente. Salpique um queijo prato apenas para dar cor e textura de grelhado.



Cubra com papel alumínio e leve ao forno médio por cerca de 40 minutos. Retire o papel alumínio e deixe gratinar por mais 10/15 minutos, acompanhando o ponto de assamento. Sirva quente.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

CORAÇÃO DUAL



O coração habita uma dimensão inexplorada do ser. Às vezes inóspita e outras hospitaleira.

É o amigo inseparável dos olhos que não esconde sua indiferença e descrença pelo cérebro. Pra que a razão se existe a emoção?

Desertifica-se às vezes e em outras se permite povoar de forma desordenada, como favela. Devia cultivar uma única flor dentro de si, mas se veste de primavera pra desfilar nas ruas.

Às vezes vira cemitério de sentimentos, onde novas paixões florescem ingênuas e viçosas por entre as lápides de antigos amores enterrados.

Tem luz própria, mas quer um céu estrelado pra caminhar à noite. Bate compassadamente pra não morrer, mas apanha desvairadamente pra sobreviver.

Dele vêm as mais dóceis palavras e os mais profundos sentimentos. Mas é de lua e de veneta, pois faz birra, biquinho e careta.

O meu anda diferente, e Eu bem sei o por que: Está vazio de ninguém e repleto de você!

(Mozart Boaventura – 26/10/2011)


AMOR INSENSATO









Oh amor insensato que me faz padecer: Não me faça rasgar o peito pra que caibas em mim!

Entre pelos meus olhos, janela menor da minha alma! Pela minha boca, expressão melhor do meu sorriso e da alegria de querer você! Ou pelos meus poros, extensão maior da cobertura do meu corpo que borbulha com sua presença ou sua voz! Entra pela minha libido e me deixa explodir dentro de ti também!

Como saber se é possível te arrancar de mim se já não percebes a diferença entre estar dentro ou fora do meu coração?

Talvez não te agradasse em porções suficientes que te trouxessem até mim. Ou nem me agradasses em proporção adequada que me levasse até você. Quiçá não me encantei por teus olhos ao ponto de querê-los me fitando (sempre). Nem por teu corpo ao cúmulo de senti-lo (hoje).

Só há um lugar no universo onde eu não conseguiria sobreviver: No espaço infinito da tua ausência!
Autor: Mozart Boaventura Sobrinho (02/03/2012)

domingo, 24 de junho de 2012

Simply Red - You Make Me Feel Brand New

O que mais dizer, além do título dessa música???

QUE NOSSOS FILHOS PERMANEÇAM NA FÉ





Que sentimento é essa que me enche o peito de amor e os olhos de lágrimas. Essa sensação exuberante que me invade e irradia luz em minha vida e esperança nesse mundo cheio de desamor. É o que sinto cada vez que aproximo da Pastoral do Adolescente, nas noites de 4ª feira e nas tardes de domingo.

Eles estão lá, em casa esquina, em cada calçada, em cada semáforo. Sozinhos, aos pares, aos trios, aos bandos, aos borbotões. Esbanjando alegria, vida, vitalidade e carinho. Sorrisos estampados nos rostos, conversando em voz alta, fazendo planos, combinando encontros e planejamento o fim da noite.

Mas ali, naquele momento, naquele curto espaço de tempo que vaga entre 15h30min e 19h eles se predispõem a discutir a vida, discutir as relações familiares, as relações em comunidade, as drogas e os ensinamentos religiosos.

Quem são eles? São adolescentes de 13 a 17 anos. Comprometidos com um evento denominado Encontro de Adolescentes com Cristo (EAC).

“Cada criança que nasce é um sinal que o criador ainda acredita nos homens”. Eu ainda acredito que este mundo tem jeito. E agradeço, a cada dia, que meus filhos façam parte desse movimento maravilhoso de fé e de amizade!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A PÉROLA E A OSTRA 



Todo Ser Humano tem seus dias de PÉROLA e seus dias de OSTRA!

Leva palmada da onda e sacudida da maré. Não permite invasores em sua morada, e se fecha constantemente pra manter sua integridade. Mas se é invadida, ela se transforma por dentro. Reage envolvendo seu agressor num manto de madrepérola.

E a natureza retribui seu esforço e reconhece sua luta, transformando a agressão numa dádiva, fazendo nascer uma pérola: Perfeita, reluzente, sem qualquer aspereza ou falha.

Um ser vivo que tem receio de se expor, mas cuja exposição faz nascer riqueza interior.

A verdadeira felicidade está em saber não se expor nem se fechar demasiadamente. Administrar as ondas e as forças das marés, enquanto o tempo lhe permite produzir pérolas de dignidade, verdade, retidão e amor.



Autor: Mozart Boaventura Sobrinho (03/02/2012)

domingo, 17 de junho de 2012

NAQUELA MESA - NELSON GONÇALVES - (1974)

Se vivo estivesse, hoje meu pai completaria 95 anos. Mas ele partiu em 1998, já cansado, desfalido e com sinais claros das mazelas que um passado desregrado lhe deixou como herança. Quando ouço essa música, sempre me lembro dele (Seu Juca). Às vezes lembro pelo simples fato de enxergar uma cadeira vazia numa mesa quase cheia. Lembro do sorriso, das gargalhadas, das histórias sem fim. Do chapéu e do paletó (inseparáveis). Mas a cadeira vazia não me traz tristeza, e sim saudades. Como se eu pudesse ouvir sua voz dizendo: "Estou bem aqui! Graças às orações da sua mãe, ao respeito dos seus irmãos e ao seu amor por mim, ganhei um passaporte pro paraíso! Seu cuida filho!"


sábado, 16 de junho de 2012

MORANGAS BABY
(com creme de camarão)


Ingredientes:
01 kg de camarão pequeno
100 gramas de creme de leite fresco
08 morangas baby
01 pote de creme de queijo
01 pote de queijo cotagge
01 cebola pequena
01 tomate pequeno
Tempero verde, sal e azeite


Modo de preparo:
Cozinhe as morangas em panela grande, virando algumas vezes para que o cozimento se dê por igual. Faça uma "tampa" em cada uma delas, retirando as sementes cuidadosamente, e reservando a "carne" excedente da tampa e das laterais, sem sacrificar a formação da fruta.

 Frite o alho e a cebola em azeite, até dourar. Acrescente o camarão fresco e doure. Acrescente o creme de leite, as raspas das morangas e o tempero verde. Faça um creme consistente acrescentando azeite levemente.

Espalhe azeite no fundo das morangas. Misture o creme de queijo e o cotagge e faça um leito nas morangas.

Preencha as morangas com o creme de camarão, acrescente parmesão ralado e leve ao forno pré aquecido por 40 minutos.

Adicional: Aqueça uma porção de mel e mistura carne seca desfiada e frita. Cubra as morangas, acrescente raspas de parmesão e leve ao forno.

Deleite-se!!!






quarta-feira, 13 de junho de 2012

A IDADE DE SER FELIZ
(Autor Desconhecido)

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida, a nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

terça-feira, 12 de junho de 2012

CARPACCIO DE ABOBRINHA MARINADA (especialmente para vegetarianos)






Ingredientes:
02 abobrinhas médias

100 gramas de parmesão ralado à mão
100g de alcaparras (01 vidro)
10 limões (suco)
01 cebola pequena
01 cerveja (latinha)
Mel, Mostarda, azeite e balsâmico a gosto


Modo de preparo:

Embrulhe as abobrinhas individualmente em papel alumínio e leve ao freezer por 30 minutos (facilitará o corte). Corte-as em fatias bem finas (lembre-se que você está fazendo carpaccio). Preferencialmente use abobrinhas menos bojudas e mais uniformes. Se for possível, use facas de Sashimi para fatiar, pois facilita bastante o trabalho e garante um corte uniformemente fino (caso as possua, é claro).

Disponha as rodelas em uma travessa de plástico com tampa (ou sacola plástica com vedação), espalhando-as uma a uma no fundo. Acrescente a cebola fatiada em cortes irregulares, o suco dos limões e a cerveja e deixe marinar da noite pro dia. Lave as rodelas e deixe descansar em água gelada durante 01 hora.

Em um prato grande ou tigela redonda e rasa, disponha as abobrinhas lado a lado de forma que cubra o recipiente linearmente (pelo menos 03 camadas). Pincele a mostarda de leve, o mel, o balsâmico, o  azeite e um pouco de parmesão ralado. Repita na 2a camada, dispondo as rodelas de forma que se entrecortem com a 1a camada. Faça o mesmo na 3a camada, acrescentando as alcaparras e porções mais generosas de parmesão, azeite e mel.

Leve ao refrigerador por 30 minutos e sirva em seguida. Refastele-se!!!!


P.S.: Durante o corte das abobrinhas é natural que algumas rodelas saiam não uniformes (cortes rasgados, cortes laterais, cortes largos). Descarte todas essas fatias durante a lavagem (pós marinar), porque elas não farão falta na arrumação das 03 camadas do carpaccio. Ao separa-las, como sugerido acima, junte também os cortes de cebola e faça uma "fritada". Acrescente camarão, carne moída ou carne seca, se quiser incrementar (foto abaixo).





segunda-feira, 11 de junho de 2012

AMOR, SAUDADE E LÁGRIMAS (Tudo pelo que chorei)



Eu soube que você chorou. Não se conteve ante o inevitável segundo do “até logo” pro seu amor, no dia em que completaram um ano de namoro. Chorou porque chorar é humano. É emoção de quem ama e se prepara pra sentir saudades. Chorou porque tem vida. E se permitiu coexistir com duas delas, compartilhando tudo de bom que tem em si com outra pessoa. 


Se eu já chorei filho? Nossa, e como chorei. 





Chorei quando meu bicho de estimação sumiu. Mas tive a oportunidade de sorrir quando o encontramos. Sensacional como eles correspondem os bons sentimentos que lhes passamos. Não sei dizer se sentem saudade, mas a forma como se alegram na nossa presença é nítido sinal que sentiram nossa falta. 


Chorei quando meu time perdeu ou quando não foi campeão. Porque me parecia o melhor de todos os times. Mas eu sorri muitas vezes por ele sempre existir. Quantas vezes eu bati no peito e declamei meu amor por Ele do sofá de casa ou da mesa de um bar. Eu nunca ouvi do Gramado pra Arquibancada a expressão “Eu te amo torcedor”, mas me contentei em seguir amando. 

Chorei quando amigos partiram, ante a irrefutável certeza de não mais vê-los. Chorei até antes de partirem, porque pressenti que alguém estava indo. E de fato um grande amigo se foi naquele dia. Chorei também quando meu pai se foi. Tentei conter as lágrimas, mas era inevitável. E dessa pessoa, sim, eu sinto Muita Saudade. Saudades das coisas que fizemos juntos e daquelas que não fizemos. 

Chorei de alegria no altar de uma Igreja, porque uma mulher especial me disse SIM, olhando no fundo dos meus olhos, diante de Deus e dos Homens. Chorei quando ela nos deu Você, e de novo pelos seus irmãos. Chorei pela simples alegria de ganhar um presente Divino. Por reconhecer que eu tinha o dom da criação, de fazer alguém à imagem e semelhança minha e dela. 


Chorei por não ter sido reconhecido. Porque o meu projeto de vida pareceu tão pequeno diante dos outros. E passou despercebido porque não era “relevante”. Chorei diante da televisão e já saí de cinema com os olhos empapuçados, vendo os filmes que nos fazem querer um romance Hollywoodiano. 


Chorei por ver alguém chorar. Porque às vezes a dor de outro machuca demais a gente. Dói na carne e na alma, e não se pode ajudar; não há uma forma de se conter a dor. E quando alguém que amamos sofre, sofremos junto. 

Já chorei de ódio e chorei de tristeza. Mas desses dois eu me arrependo e voltaria atrás se pudesse. Recolheria as lágrimas e os sentimentos e os guardaria numa caixinha de sapatos, no fundo de uma gaveta ou no canto de um armário. Pra que nunca me lembrasse de que esses choros precipitaram. 

Seu eu chorei por amor? Muito mais do que todas as outras vezes juntas. E nem todas as lágrimas valeram a pena. Mas eu também chorei por saudades. Chorei antes e depois de ir, e sempre por poder voltar. Porque só se sente saudades do que realmente vale a pena. 

Amor e saudades não andam juntos, sempre. Porque o amor pode ser unilateral e não ser correspondido. De amor não correspondido não se sente saudades, porque Ela é a essência de um amor verdadeiro. É a tradução da maior pureza de se querer alguém. Só se sente saudade daquilo que já é. De algo que realmente faz a gente querer vencer, ser grande, não partir, voltar, estar sempre junto. 

Chorar por amor ora é maldade e tristeza, hora é vontade e beleza. Chorar de saudade é certeza.

domingo, 10 de junho de 2012

PÉS-DE-MOLEQUE DE MACADÂMIA (E outras iguarias)
Da esquerda para a direita, de cima para baixo: Palha italiana de macadâmia, tomates secos temperados, mostarda Dijon, pés-de-moleque de macadâmia, torresmo prensado, manteiga de ervas, provolone de búfala, bala de coco recheada, mussarela de búfala, linguiçinha curada, temperos: limão com ervas finas, zattar e colorau, goiabada cascão caseira. Ao centro, uma cópia do folheto "Sabor das Montanhas - Festival Gastronômico - Uma oficina montada pelos Chefs Alessadro Eller e Gilson Surrage, com o apoio do SEBRAE e da AGROTURES.

Em Castelo-ES, uma família tradicional de origem italiana guarda a sete chaves a receita de um dos mais espetaculares doces que já provei! Um verdadeiro manjar dos Deuses, disponível para nós mortais a preços compatíveis: O PÉ-DE-MOLEQUE DE MACADÂMIA!

A família Brunelli é formada pelo Sr. Natalin Brunelli (vascaino convicto) e Dona Maria de Lourdes Comporesi que têm 07 filhos: Maria Lúcia, Marta Maria, Vera Lúcia, Rosilene, Cátia, Elizabete e o Roberto (Beto), o caçula cujo nome homenageia a Roberto Dinamite (obviamente)!

Beto é um apaixonado por cozinha, influenciado pela mãe e pelas irmãs! Fez um curso recente com os chefs Alessandro Eller e Gilson Sirrage, que produziram pratos específicos com produtos da região de Castelo, que pretendo reproduzir aqui! Pratos como: Galinha caipira na cachaça, arroz castelense, polenta com ragu de linguiça e taioba, linguiça de cordeiro flambada, pernil de cordeiro glaciado com mel e ervas frescas e carpaccio de abobrinha.

A familia explora dois negócios básicos: doces exóticos e diferenciados e o próprio Hortifruti! O primeiro com as mãos de seda das irmãs e o segundo com o braço de ferro e a visão diferenciada de Beto!

Batemos um papo "em família" sob a custódia da esposa de beto, que resumo a seguir:

TP: Quanto tempo tem o Hortifruti? Beto: 24 anos sempre com a família! O negócio começou com nosso pai e uma das irmãs! Eu era criança quando rodava pela loja, atrapalhando (risos)

TP: Quais produtos foram "inventados" por vocês? Beto: Basicamente a Bala de coco recheada, o pé-de-moleque de macadâmia e a palha italiana de macadâmia! Mas a familia é doceira por convicção! Mamãe, por exemplo, faz uma goiabada cascão de comer de joelhos (pegando uma pra me presentear).

TP: Como surgiu a idéia de usar a macadâmia na culinária? Beto: Acho que tudo começou quando Paulo Galvão, ex prefeito de Castelo, tentou introduzir a macadâmia como cultura de larga escala na região. Um tio nosso também plantou e numa das colheitas trouxe um pouco pra nós! A Lúcia já fazia o pé-de-moleque tradicional (de amendoim), e teve a idéia de substituir pela macadâmia! E deu certo!

TP: Como o produto ficou tão famoso assim? Beto: Lúcia já era conhecida pelo pé-de-moleque tradicional, que já vendíamos nas lojas e muita gente procurava! Quando ela colocou a macadâmia, a novidade agradou e a fama espalhou rapidamente!

TP: Quem são seus principais clientes? Beto: Nossos principais clientes estão em Vitória! Mandamos várias encomendas pra lá, quase diariamente, aproveitando o sistema de abastecimento da CEASA! Depois vem Cachoeiro e depois vários clientes cativos da região!

TP: Existe uma Visão de futuro? Beto: Existe um idéia de ampliar a loja e a produção de doces! Eu tenho sempre buscado coisas novas de São Paulo, especialmente especiarias! Coisas que sejam novidade na região! Mas o nosso crescimento na Doçaria fica limitado pela qualidade! Por exemplo: já experimentamos maquinários de maior porte (batedeiras, liquidificadores, etc), mas o produto final não ficou igual! Não adianta expandir e aumentar a quantidade sacrificando a qualidade! Os doces são realmente artesanais e é por isso que têm tanta aceitação.

Enquanto conversávamos Beto anotou uma encomenda para Vitoria de cerca de 40 bandejas de pés-de-moleque, dos quais "alguns" para Cacau Monjardim! Andando pela loja observei o zelo e o diferencial que Beto havia comentado: mudas vivas de sálvia, manjericão roxo, tomilho, segurelha, orégano e alecrim! Mostarda de qualidade, temperos especiais, dorsos de salmão e de bacalhau, tomates secos temperados, mussarela e provolone de búfala! Tudo muito organizado e fresco! Um exemplo de comercio familiar!

Logicamente que a foto acima ilustra a "pequena" compra que fiz, sendo que algumas coisas já encomendadas e com destino certo em Vitória.

(HORTIFRUTI BRUNELLI: Av. Nossa Senhora da Penha, 399 - Centro - Castelo - ES - 28 3542-2298)

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Monte Castelo

AINDA QUE EU FALASSE A LÍNGUA DOS ANJOS (...)


E Deus concebeu PAULO que, iluminado, escreveu a 1a carta aos Corintios. Tempos depois, o Criador criou Camões que, bendito, concebeu o Soneto no. 4. Eis que, quando nada mais parecia ser impressionável, o Pai concebeu Renato Russo, que ao juntar São Paulo e Camões, nos presenteou com MONTE CASTELO. Que o seu Corpus Christi seja de fato uma festa em homenagem a Jesus Cristo, por quem tudo em nome do amor é válido.






Soneto 4 (Luiz de Camões):

Amor é fogo que arde sem se ver; 
É ferida que dói e não se sente; 
É um contentamento descontente; 
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer; 
É solitário andar por entre a gente; 
É um não contentar-se de contente; 
É um cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade; 
É servir a quem vence, o vencedor 
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor 
Nos corações humanos amizade 
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?I


Primeira Carta de São Paulo aos Corintios (Capítulo 13):


Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver AMOR, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.


Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver AMOR, não sou nada.


Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver AMOR, de nada valeria!


O AMOR é paciente, O AMOR é bondoso. Não tem inveja. O AMOR não é orgulhoso. Não é arrogante. Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


O AMOR jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará. A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita. Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.


Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança. Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.


Por ora subsistem a fé, a esperança e O AMOR - as três. Porém, a maior delas é O AMOR.

terça-feira, 5 de junho de 2012

She's My Girl - Morris Albert

SHE'S MY GIRL (uma daquelas canções que marcaram época como "americanizadas inesquecíveis". Mas quem compôs, interpretou, eternizou e forjou no fundo da alma da gente............FOI UM BRASILEIRO: Maurício Alberto. Ou simplesmente Morris Albert!

E eu com isso??? Bem: Ao ouvir hoje (ontem), eu me desconectei da linha do tempo. Rompi o fio que insisti em me levar compassadamente ao futuro, e mergulhei nas entranhas e lembranças do passado. Senti uma vontade louca de abraçar quem me completa e mergulhei nos refrões. Sozinho, largado, sem comunicação adequada com o mundo lá fora, emergi e flutuei na sonoridade e nos acordes. Naveguei com rumo certo: Hora como nau, vez como como remo, tempos como marinheiro, momentos como náufrago e eternidade como sobrevivente. Meu mundo pedala numa velocidade ingênua quando me sinto assim. Porque minha pressa de amar se distancia de quem eu amo à medida que esse alguém acelera seu próprio pedal do tempo!!! Mas deixe estar: A linha de chegada é única. E além dela não há nada, senão um espaço curto pra esperar quem vem pra ficar! Ou quem chega primeiro, sabendo que deve esperar!!!


segunda-feira, 4 de junho de 2012

QUERO UMA GATA MANEIRA 




Quero uma gata maneira. Talhada em fôrma de prata, ou esculpida em madeira: - de lei! Com pele de bronze, brilhantes nos olhos, marfim nos dentes e fios de ouro sobre a cabeça. Ou petróleo, tanto faz.

Cujas curvas, tão acentuadas, exijam sinalização: Não quanto aos cuidados de quem por elas navegue, mas sim quanto aos perigos de quem ouse através delas. Dessas que pare o trânsito e movimente os olhares.

Que arranque murmúrios de êxtase nos homens e sussurros de inveja nas mulheres. Não me importa que chame a atenção para si, desde que dedique sua atenção para mim.

Não reclamarei se usar roupas curtas, ou provocantes, se as minúsculas e indecentes forem usadas só pra mim. Não me importa se for múltipla aos outros olhos que a desejarem, desde que seja única aos meus!

Que seja fiel, na saúde e na saudade, na alegria e na felicidade. E que ao fazer juras de amor, não fira as escrituras. Que cumpra suas promessas e seus juramentos e diga “Eu te amo”: Há todo momento!

Quero uma gata maneira que envelheça do meu lado, sem virar leoa, ou tigresa, ou gata borralheira. Porque daqui há uma porção de anos, quero uma velhinha maneira!

Autor: Mozart Boaventura Sobrinho

domingo, 3 de junho de 2012

BATATAS INGLESAS COM RICOTA E FRANGO



INGREDIENTES:
03 batatas grandes
1/2 peito de frango pequeno
150 gramas de ricota fresca
100 gramas de mussarela
100 gramas de gorgonzola
01 cebola pequena
01 tomate médio


MODO DE PREPARO:
Cozinhe as batatas, envolva-as em papel alumínio, com casca e asse em forno alto. Abra-as meio, retirando o centro com uma colher formando uma barquinha. Reserve tudo.

Corte o frango, o tomate, a cebola e os queijos em cubos e reserve. Refogue a cebola no azeite, acrescente o frango, mexa até dourar e reserve. Refogue os tomates no "fundo de panela" do frango. Acrescente o creme de leite, a ricota e os queijos, mexendo em fogo baixo até formar uma mistura homogênea. Acrescente o frango e em seguida as partes retiradas da batata.

Preencha as batatas com o molho, coloque uma fatia fina de mussarela sobre a massa e leve ao forno para gratinar. Sirva como acompanhamento ou tira-gosto. Para transformar em um prato vegetariano, retire apenas o frango. Ótimo domingo a todos.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

TUNAI - FRISSON

TUNAI - FRISSON: Pode não ser a melhor música do mundo! Mas não deixa dúvidas sobre o que a gente pode estar sentido. Amo essa música. Mas fazia tempo que não me lembrava dela. Hoje senti necessidade, não só de lembrar, mas de exercitar. Massa!!!